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Dois homens foram presos na tarde dessa terça (30) suspeitos de tentarem aplicar golpes com documentos falsos em Campo Maior e Teresina. A prisão da dupla aconteceu na capital após eles fugirem de um cerco policial e voltarem para resgatar um veículo que havia sido abandonado na fuga. 

Orismar Aguiar Monteiro, do Piauí, e Paulo César Araújo de Carvalho, do Distrito Federal, negociavam com assaltantes documentos roubados, alteravam a fotografia e os utilizavam na tentativa de comprar veículos. A dupla agiu com o golpe de estelionato em Campo Maior e em uma concessionária em Teresina. 

Após investigação da Polinter, uma ação policial tentou prender a dupla que tentava aplicar o golpe na Avenida Barão de Gurgueia. No entanto, Orismar e Paulo César conseguiram fugir e deixaram para trás um carro modelo Punto. Mas acabaram presos quando tentaram recuperar o veículo.

“Eles iniciaram a compra de um veículo na cidade (Campo Maior) e depois vieram para Teresina, onde foram tentar aplicar o golpe em uma concessionária na Avenida Barão de Gurgueia. A gente foi fazer a abordagem, no entanto, eles fugiram e abandonaram o carro, um Punto. Fizemos uma campana e quando eles retornaram para buscar o veículo conseguimos efetuar a prisão”, disse o chefe de investigação Hilton Barbosa. 


fonte:campomaioremfoco


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O Diário Oficial da União publicou nesta terça-feira (30) a estimativa da população brasileira no ano de 2016. Os dados mostram que a população do Piauí aumentou em 8.152 pessoas entre 2015 e este ano, totalizando 3.212.180. O Brasil  saiu de 204.450.649 para 206.081.432 habitantes.
Teresina tinha no ano passado 844.245 habitantes e este ano foram contabilizados 847.430. Uma diferença de 3.185 pessoas. Parnaíba é a segunda cidade mais populosa do Piauí, com 150.201, e Picos a terceira tendo 76.749 moradores.
Já Miguel Leão (1.231), Santo Antônio dos Milagres (2.120) e Olho D'Água do Piauí (2.409) são os três municípios com as menores populações do estado.

O estado de São Paulo é o mais populoso, com 44.749.699, seguido por Minas Gerais (20.997.560) e Rio de Janeiro (16.635.996). O estado com a menor população é Roraima, que tem 514.229 habitantes.
Lista de cidades do Piauí com sua respectiva população (da maior para a menor):
Tabela de habitantes IBGE (Foto: IBGE)Tabela de habitantes IBGE (Foto: IBGE)




 



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Começa nesta quarta-feira (31) e segue até o dia 3 de setembro, o I° Feirão Imobiliário do Funcionário Público, em Teresina. 
O evento acontece no Centro Administrativo da capital e oferece aos servidores do estado a oportunidade de adquirir um apartamento ou uma casa.

Ao todo, mais de 17 imobiliárias e construtoras colocarão à venda imóveis prontos destinados para os servidores públicos estaduais de todos os poderes, com financiamento da CEF.  Os servidores poderão financiar até 90% do valor total dos imóveis. 
"Esse é o resultado de uma grande parceira, entre o Governo do Estado, Sindicato da Indústria da Construção Civil de Teresina e a Caixa Econômica Federal, isso fez com que nos chagássemos a essa modelagem que coloca o Piauí como modelo único nesse formato, com imóveis para diversos padrões”, explicou o secretário de administração, Franzé Silva. 
De acordo com o secretário, as condições oferecidas neste feirão serão melhores que as do mercado convencional e, além disso, o Governo do Estado irá oferecer condições de financiamento da entrada. 
"O servidor já senta na mesa com o construtor com o desconto efetivo de 5 % e começa o processo do Feirão podendo financiar 90% do valor do imóvel e parcelar a entrada em até dez vezes sem juros, através de um empréstimo consignado que o Estado esta oferecendo. Além disso, as taxas praticadas no Feirão serão de 5.75% ao ano, menores que as do mercado”, disse o secretário. 


Jailson de Sousa Xavier, conhecido como, Chapéu
A polícia  ainda não conseguiu prender o assassino que matou o vereador e presidente da Câmara de Vereadores de Esperantina, Antonio Aristides de Carvalho,  o "Tote", que era candidato à reeleição.Ele foi morto com dois tiros na cabeça. Depois de baleado , o vereador ainda usou seu carro para tentar ir ao hospital, pediu ajuda a vizinhos mas não resistiu.

Os policiais estão realizando buscas na zona urbana e rural do município, visando capturar o acusado, identificado como Jailson de Sousa Xavier, mais conhecido por Chapéu (foto)
    Relatos gravados em aúdios de waths zap mostram a grande movimentação na casa do vereador na hora do crime, sete e meia da noite deste domingo, 29.
   Testemunhas afirmam que o criminoso "Chapéu" já foi preso várias vezes e que sempre recorria ao vereador para que lhe tirasse da cadeia. Na noite do crime, o vereador Tote estaria dando conselho para que o acusado se acalmasse, já que ele estava prometendo matar um irmão, por causa de ciúmes da esposa. O criminoso disse que mataria quem se metesse na conversa e acabou atirando no vereador. Depois do crime, "Chapéu " fugiu por entre as casas vizinhas causando pânico nos moradores e atirando no meio das ruas.Até agora ninguém sabe do paradeiro do assassino.Parentes do assassino podem estar escondendo o mesmo.
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Se há algo que o ex-vereador de Teresina Djalma Filho tem é uma imensa capacidade de protelar o processo que o imputa a acusação de ter mandado assassinar o ex-apresentador da TV Meio Norte Donizette Adalto, crime ocorrido em 19 de setembro de 1998, na reta final da campanha eleitoral. O então político sempre atacou as falhas do trâmite processual, mas depois de pronunciado, ou seja, quando o juiz determinou que ele fosse submetido ao Tribunal Popular do Juri, ao contrário do que se pensa, Djalma perdeu todas.
O que pesa mesmo é só o tempo de análise das Cortes superiores, que faz o processo se alongar no tempo, se afastando do fatídico ocorrido. Tais manobras do acusado têm contribuído para isso, mas servido apenas de caráter protelatório, embora as intenções, ao que parece, procurem buscar obter algum êxito. O certo é que já passou da hora de enfrentar o mérito da questão: a acusação do assassinato de um ser humano. E é preciso que o professor seja submetido a julgamento.
Há para isso uma chance real de que o júri popular ocorra antes que o crime prescreva, já que um dos últimos recursos de Djalma Filho não foi reconhecido. No mês de junho, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) produziu acórdão em que não acolheu os argumentos pleiteados pelo ex-vereador, negando um recurso conhecido por Embargos de Divergência, que teve como relator o ministro Ribeiro Dantas, no qual Djalma procurava arguir a existência de divergências decisórias no âmbito da Corte em relação a um Agravo de Instrumento que chegou à Corte bem no início de 2010, que por sua vez, fazia referência à negativa de um Recurso Especial questionando o que seria um suposto cerceamento de defesa em primeira instância.
Quanto a um dos recursos iniciais, um Agravo de Instrumento, que teve como relator o ministro Felix Fischer - juiz naturalizado brasileiro, de origem alemã, e atual relator de todos os processos da Lava Jato no STJ -, ao ser apreciado, já trazia em seu DNA o teor daquilo que permaneceria nas decisões dos demais sucessivos recursos impetrados. “Com feito, a lei processual confere ao Juiz o poder de dirigir o processo e prover sua regularidade, cabendo-lhe indeferir a produção de provas, inclusive perícias, desnecessárias, inúteis ou inviáveis”, destacou o magistrado. Algo que Djalma procurava atacar ao recorrer às instâncias superiores, sob a alegação de cerceamento de sua defesa, buscando anular a sentença de pronúncia.
“Neste contexto, significa que, se o juiz verifica que o pedido é meramente protelatório ou tumultuário, cabe-lhe policiar o processo e negar a perícia ou qualquer outro tipo de provaDo contrário não seria um requerimento, mas uma imposição. Seria até uma incoerência que o Juiz pudesse repelir o laudo e não pudesse negar o exame”, assinalou o ministro, confirmando decisão tomada pelo juiz da 1ª Vara do Tribunal do Juri, Antônio Nolêtto e ratificada pelo Tribunal de Justiça do Piauí, questionada que foi pelo já pronunciado Djalma Filho.
A exploração de um recurso especial não reconhecido, e que acabou por ser alvo de outras sucessivas peças jurídicas protelatórias, levou seis anos na Corte Superior. Primeiro ele ingressou com o agravo de instrumento, depois com um agravo regimental no agravo de instrumento, depois com um embargados de declaração no agravo regimental no agravo de instrumento, depois, acredite, com um embargos de declaração no embargados de declaração no agravo regimental no agravo de instrumento, e por último, um embargo de divergência. Todos tiveram o mérito absolutamente negado.
POSSÍVEL IRRITAÇÃO DE MINISTRO...
_Rogério Schietti Cruz, do STJ 
(Foto: Divulgação)
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A quantidade de recursos foi tamanha que pareceu irritar um dos relatores dessas peças, que até aqui, têm funcionado somente como peças protelatórias, porque não atacam vício algum existente no trâmite processual.
Quando da apreciação de um dos embargos de declaração - um instrumento jurídico em que se pede ao juiz ou tribunal que esclareça um determinada dúvida, omissão, contradição ou obscuridade de uma decisão, o ministro do STJ Rogério Schietti Cruz cravou: "o que se percebe, na verdade, é que a irresignação do embargante se resume ao seu mero inconformismo com o resultado do julgado, que lhe foi desfavorável, não havendo nenhum fundamento que justifique a oposição dos embargos de declaração, que se prestam tão somente a sanar eventual omissão, contradição, ambiguidade ou obscuridade do julgado, e não a reapreciar a causa".
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EX-VEREADOR BARRA NOS 'OBSTÁCULOS' IMPOSTOS PELA CONSTITUIÇÃODjalma Filho também recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), começou no ano de 2009, acabando por descambar num agravo de instrumento, cujo objeto era a decisão que negou seguimento a recurso extraordinário interposto contra acórdão do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, o que ratificou a pronúncia do ex-vereador, o remetendo ao juri popular. Mas foi rebatido ponto a ponto pelo ministro Luís Roberto Barroso, reconhecidamente um expert em Direito Constitucional, que chegou inclusive a fazer uso da jusrisprudência da mais alta Corte do judiciário brasileiro para embasar sua decisão.
A defesa do ex-vereador alegava, entre outras supostas incongruências, a "ausência de direito de Defesa, por conta de jamais ter sido oportunizado prazo para produzir prova”. Fato há muito já superado. "O recurso é inadmissível, tendo em vista que o Plenário Virtual do Supremo Tribunal Federal assentou a ausência de repercussão geral da questão relativa à obrigatoriedade de observância das garantias constitucionais do processo ante o indeferimento, pelo juiz, de determinada diligência probatória", assinalou Barroso.
Acordaram assim, os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, sob a presidência do ministro Dias Toffoli, "na conformidade da ata de julgamento e das notas
taquigráficas, por unanimidade de votos, em negar provimento ao agravo
regimental".
_Donizette Adalto: morto com sete tiros. Jornalismo e Teatro (Foto: Divulgação)
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Tudo se mostrava absolutamente dentro da ordem na visão do STF:____
1. A orientação jurisprudencial desaconselha a exclusão, na Pronúncia, das qualificadoras, salvo quando de manifesta improcedência.
2. Não há excesso de linguagem na sentença de pronúncia que se limita a demonstrar, motivadamente, a existência de materialidade e de indícios de autoria, nos termos do art. 408, caput, do CPP.
3. Mostra-se fundamentada a decisão de pronúncia em que o Juiz de Primeiro Grau não prescindiu de uma acurada análise do conjunto probatório carreado aos autos.
4. A pronúncia, constitui, mero juízo de admissibilidade para levar o réu a julgamento pelo Tribunal do Júri, não se fazendo análise profunda das provas, pelo que vigora o
princípio do in dubio pro societate. A fundamentação, no caso, está pertinente ao exposto na denúncia.
5. A pretendida rediscussão da prova, nesta fase resta inviável com a sobrevinda da sentença de pronúncia, anterior à qual o recorrente não demonstrou a comprovação de sua imprescindibilidade.
Ou seja, as decisões do juiz singular Antônio Nollêto em torno do caso estão totalmente assertivas.
Por último, junto ao STF, o acusado Djalma Filho ingressou com um agravo regimental em agravo de instrumento, cujo objeto era a decisão monocrática que negou seguimento a agravo de instrumento, no que o ministro Luís Roberto Barroso negou provimento.
_Ministro Luís Barroso, do STF (Foto:Carlos Humberto/SCO/ST)
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EM MEIO AO BOMBARDEIO DE RECURSOS NAS CORTES SUPERIORES......A TENTATIVA DE ‘MANOBRA’Em meio a esse bombardeio de recursos nas instâncias superiores, visando protelar o julgamento, a defesa de Djalma Filho apresentou um requerimento perante o juízo singular pleiteando o previsto no artigo 421 do Código Processo Penal, qual seja, “preclusa a decisão de pronúncia, os autos serão encaminhados ao juiz presidente do Tribunal do Juri”. A preclusão, neste caso, é a perda do direito de agir nos autos em face da perda de oportunidade, conferida por certo prazo.
O que acabou por fazer, diante do requerimento apresentado, com que o juiz Antônio Nolêtto se pronunciasse contrário às pretensões da defesa. “Ora, pelo exposto, tem-se que a decisão de pronúncia, atacada pelo requerente, não se encontra preclusa, pois foi instaurada a discussão em instância superior, através de interposição dos Recursos Especial e Extraordinário, os quais ainda pendem de julgamento”.
Também que “a interposição de recurso impede ou retarda a preclusão ou coisa julgada. Enquanto há recurso pendente, a decisão não se torna imutável nem definitiva. É preciso acabar o prazo para interposição ou julgamento do recurso”.
E fez referência a julgado do desembargador Edvaldo Marques. “Sobre a matéria, inclusive se manifestou o ilustríssimo desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, Edvaldo Pereira de Moura, em despacho acostado nos autos datado de 19 de maio de 2011, no qual afirmou que: ‘Tendo em vista as informações de que forma interpostos Agravos em Recurso Especial e Recurso Extraordinário, por parte do recorrente Djalma da Costa e Silva Filho, aguarde-se em cartório o julgamento dos recursos, respectivamente, perante o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal’”.
“Nesse sentido, considerando o exposto, e tendo-se em vista que a decisão que pronunciou o acusado Djalma da Costa e Silva Filho não se encontra preclusa, em razão dos recursos interpostos pela sua defesa, e, ainda, em conformidade com o disposto no art. 421, do CCP, aguarde-se os autos em Secretaria, até decisão em definitiva quanto à pronúncia”, pontuou.
Por fim determinou o magistrado que fosse oficiado os Tribunais Superiores, “buscando saber alguma decisão sobre os recursos interpostos pela defesa do acusado”.
_Juiz Antônio Nollêto: um magistrado ímpar. Decisões ratificadas.(Foto: Elias Fontenele/Jornal O Dia).
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AS DECISÕES
Sobre os recursos interpostos junto ao Supremo, a baixa definitiva dos autos para o Tribunal de Justiça ocorreu ainda no final de maio de 2014, com decisão contrária às intenções do ex-vereador.
Já em relação ao julgado junto ao Superior Tribunal de Justiça, o acórdão, também com decisão desfavorável a Djalma, foi emitido no final da primeira quinzena de junho deste ano.
“O agravante não trouxe nenhum argumento a infirmar os fundamentos da decisão agravada, que, aplicando o art. 266, § 3º, do RISTJ, negou seguimento aos embargos de divergência. Comunicação imediata desta decisão ao Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, a fim de que tome as providências que entender necessárias (...)”, determinou a Corte.
Ocorre que a assessoria de imprensa do Tribunal explicou que o acusado ingressou, logo após essa recente decisão do STJ, com mais um recurso, um Embargos de Declaração, que já está concluso ao ministro Ribeiro Dantas. Esse recurso é aquele que pede o esclarecimento de alguma dúvida, omissão, contradição...
De todo modo está próximo do fim, após 18 anos. E como assinalou em uma de suas decisões o ministro Felix Fischer, "(...) houve a segura indicação de prova da materialidade do delito. No que pertine aos indícios de autoria (...)", embora Djalma Filho negue participação no crime.
É ir para julgamento então.
Blogueiro: Por Rômulo Rocha - De Brasília

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Com a reforma das leis eleitorais, os candidatos e eleitores devem ficar atentos a certas mudanças para não serem penalizados. Nessas eleições municipais foi proibida a confecção e divulgação de banners e cavaletes, assim como a pintura em paredes  e muros particulares com a propaganda de candidatos.


Segundo a lei eleitoral só é permitida a distribuição de santinhos, adesivos e bottons. A mudança foi em decorrência da Lei 13.165/15 que tem como objetivo reduzir os custos das campanhas eleitorais.

“O candidato poderá usar uma mesa como apoio para distribuir os materiais de publicidade, mas não pode mais espalhar propaganda em locais públicos, como banners, faixas, outdoors e pinturas em muros.  A multa para quem desobedecer essa nova regra varia de 5 a 25 mil reais.

A novidade são as bandeiras, com ou sem haste, que poderão ser levadas para comícios, passeatas e carreatas, desde que não atrapalhem o trânsito.  Tanto a bandeira quanto os adesivos não podem ultrapassar meio metro quadrado.

  Os adesivos micro perfurados, bastante utilizados nos vidros traseiros de veículos, também poderão ser usados em outras partes do carro. Vale ressaltar que o tamanho não pode ser superior à 50x40 cm. 
O candidato a prefeito de Boa Hora, Francieudo do Nascimento Carvalho (PSD), recorreu ao pedido do Ministério Público, e teve consentida uma nova decisão do juiz Thiago Coutinho de Oliveira, titular da Vara Única da Comarca de Barras, onde foi definido pela Justiça Eleitoral, um novo valor quanto à aplicação de multa que lhe foi imposta anteriormente, de 25 mil reais, pelo fato de ter ocorrido uma carreata no mesmo dia (30 de julho) em que houve a convenção que homologou seu nome como  candidato à prefeitura municipal de Boa Hora.
  • Foto: DivulgaçãoCarreata em Boa HoraCarreata em Boa Hora
Na nova decisão, o juiz Thiago Coutinho, declarou que mesmo o valor ter sido diminuído de 25 para 5 mil reais, o crime de propaganda eleitoral antecipada de fato aconteceu. Para isso, o magistrado citou que “a realização de passeata e carreata, com a utilização de bandeiras e carros de som pelas ruas da cidade, com o fito de influir na vontade do eleitor, em período vedado, caracteriza propaganda eleitoral intempestiva ao levar ao conhecimento dos eleitores o nome de pretenso candidato a cargo eletivo, punível com a imposição de sanção pecuniária prevista no art. 36, da lei nº .504/97”.
“Uma vez demonstrada a realização de carreata pelo representado, fora do período permitido pela legislação eleitoral, com uso de adesivos com o número de seu partido (que, aliás, será utilizado quando das eleições, se deferido, o seu pedido de registro de candidatura), fogos de artifício e bandeiras, não há dúvidas de que houve, sim, propaganda eleitoral intempestiva, sendo de rigor a aplicação da multa prevista no artigo 36, da lei das eleições”, continuou o juiz. O novo valor de cinco mil reais levou em consideração o tamanho do evento, que novamente foi descrito como “propaganda intempestiva”.

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Um bandido ainda não identificado, humilhou um professor na cidade de José de Freitas, dentro de um supermercado. Depois que anunciou ao assalto, o bandido fez questão de mostrar quem é que manda com uma arma na mão. Com revólver pronto para disparar ele ordenou o professor Flávio Santos a ficar  de joelhos no chão e sem dar uma palavra.
   Esta cena de terror aconteceu no final de semana, dentro de um mercadinho chamado "Master", que funciona no centro de José de Freitas.
   Depois de humilhar o professor Flávio Santos, o bandido obrigou também o dono do comércio a se ajoelhar e ficar "bem quietinho no chão ", sob pena de levar uma bala no pé do ouvido. Depois de arrancar todo o dinheiro do caixa e dos clientes, o bandido efetuou um tiro e saiu tranquilamente pela porta da frente. Ao chegar no estabelecimento comercial, o assaltante andava a pé mas deve ter contado com a ajuda de um motoqueiro que o aguardava no outro lado da rua.          Até agora ninguém sabe nem do "azul " destes dois ladrões.
                           
                                          
   A polícia  ainda não conseguiu prender o assassino que matou o vereador e presidente da Câmara de Vereadores de Esperantina, Antonio Aristides de Carvalho,  o "Tote", que era candidato à reeleição.Ele foi morto com dois tiros na cabeça. Depois de baleado , o vereador ainda usou seu carro para tentar ir ao hospital, pediu ajuda a vizinhos mas não resistiu.

Os policiais estão realizando buscas na zona urbana e rural do município, visando capturar o acusado, identificado como Jailson de Sousa Xavier, mais conhecido por Chapéu (foto)
    Relatos gravados em aúdios de waths zap mostram a grande movimentação na casa do vereador na hora do crime, sete e meia da noite deste domingo, 29.
   Testemunhas afirmam que o criminoso "Chapéu" já foi preso várias vezes e que sempre recorria ao vereador para que lhe tirasse da cadeia. Na noite do crime, o vereador Tote estaria dando conselho para que o acusado se acalmasse, já que ele estava prometendo matar um irmão, por causa de ciúmes da esposa. O criminoso disse que mataria quem se metesse na conversa e acabou atirando no vereador. Depois do crime, "Chapéu " fugiu por entre as casas vizinhas causando pânico nos moradores e atirando no meio das ruas.Até agora ninguém sabe do paradeiro do assassino.

Jailson de Sousa Xavier, conhecido como, Chapéu



                      


    Usando uma moto Yamaha, fazendo piruêtas  na estrada e pilotando o veículo com os pés, o jovem Thiago de 38 anos acabou morrendo na BR 320, no Povoado Montanha, zona rural de Jatobá do Piauí. Ele "sobrou" na famosa curva da Montanha, caiu e quebrou a cabeça. O homem era conhecido como "Thiago do Zé Doca" e se dirigia em seu veículo rumo à Campo Maior. Moradores informaram que ele havia ingerido bebida alcóolica, o que deve ter causado o acidente.




 A onda de queimadas  nesta época do ano permanece como um costume do povo piauiense. Além dos tradicionais "encoivaramentos"  de roças , seguidos de queimadas para limpar a terra e preparar para o plantio, uma ação comum dos moradores rurais é tocar fogo em quase todas a vegetação seca, que vira um verdadeiro combustível.
Neste sábado, 27 agosto, um incêndio de grandes proporções atingiu a margem da BR 343. O fogo começou nas proximidades do Povoado Água Branca, a 09 km de Campo Maior e  se alastrou   ganhando volume entre chácaras e fazendas da região. Um condomínio de casas rurais foi um dos mais atingidos. Moradores  e servidores da prefeitura se juntaram para tentar controlar as chamas. Motoristas que passavam pela rodovia se impressionaram com a fúria das chamas . O fogo aumentava a cada instante, principalmente  com a força do vento.Somente no final da tarde, a situação estava controlada.
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fotos:cmn40graus


Carro de empresário era roubado e clonado, diz Polinter-PIVeículos apreendidos pela Polinter
Uma reportagem veiculada no Programa Cidade Alerta, apresentado pelo Jornalista Arnaldo Ribeiro na TV Antena 10, de Teresina, confirmou que o carro apreendido com o empresário Willys Castro no último dia 19 de agosto é roubado e clonado. O empresário, que é muito conhecido na região de Coelho Neto, foi preso em flagrante andando em uma caminhonete SW4 de placa OUA-8698, que é clonada. Willys é marido da vereadora de Coelho Neto, Lucinete Gonçalves, mais conhecida com "Lu".
A ação foi iniciativa da Polinter de Teresina em parceria com a Polícia Civil do Maranhão. Segundo os dados apresentados pela TV Antena 10 em entrevista com o delegado da Polinter, Cadena Júnior, os veículos teriam sido roubados por uma quadrilha que além de roubar os veículos de luxo, clonam os dados de outros.
"Fizemos uma investigação preliminar pra saber se tem algum carro roubado neste ano em Teresina que batesse com as características dos carros da vítima, então colocamos os investigadores da Polinter pra fazer essa campana e ir atrás dos indivíduos que estavam utilizando esses carros", disse o delegado da Polinter.
O delegado afirmou que os dados do veículo foram modificados tanto na parte física, chassi e placa, quanto nos documentos. O veículo apreendido com o empresário teria sido roubado no dia 22 de janeiro deste ano na Avenida Nossa Senhora de Fátima, em Teresina. O delegado explica que a grande parte dos carros de luxo roubados pela quadrilha seriam utilizados em campanhas eleitorais.
O empresário foi autuado pela Polícia por receptação dolosa. "Como todos os receptadores que pegamos de carros roubados no Piauí e vendidos no Maranhão, eles dizem que não guardam recibo, não dão o nome de quem compraram, dão só um apelido. Então, tá na cara que compram o veículo roubado", afirmou o delegado.

As buscas iniciaram quando a vítima, proprietário de um veículo semelhante ao usado pelo empresário, começou a receber uma série de multas de trânsito, levando a crer que os dados de seu veículo teriam sido clonados para outro carro.
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O secretário de Segurança Pública do Piauí, capitão Fábio Abreu, solicitou ao governador do Estado, Wellington Dias  a realização de um novo concurso público para Polícia Militar.A solicitação foi feita em parceria com o Comando Geral da PM, por meio do Coronel Carlos Augusto e com apoio do próprio Wellington Dias.
Fábio Abreu ressalta que o edital pode ser lançado ainda este ano. “O edital pode ser que saia ainda neste ano, mas o chamamento dos aprovados é mais possível que seja apenas em 2017. Queremos 500 vagas para início imediato e mais 500 para cadastro reserva”, concluiu. 
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O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do Ministério Público do Piauí (Gaeco) em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) acaba de prender um juiz aposentado na Zona Leste de Teresina.Ele estaria envolvido em fraudes na aquisição de imóveis e venda de sentenças judiciais. De acordo com as investigações, o juiz participou ativamente das fraudes imobiliárias utilizando decisões da Justiça para conseguir a propriedade de imóveis em diversas cidades.
 De acordo com o promotor Luiz Antônio França, integrante do Gaeco-PI, a organização criminosa comprava imóveis com um valor muito abaixo do mercado por conter débitos hipotecários e, com a ordem judicial, conseguiam retirar a hipoteca desses imóveis e depois revendê-los como se ela não existisse. As sentenças foram proferidas quando o juiz atuava em Canto do Buriti, no semiárido piauiense. O Juiz é Cicero Rodrigues Ferreira e ele está na sede da GAECO, em Teresina.


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Dois homens fortemente armados assaltaram na tarde desta quinta feira(25 agosto) a agência dos Correios da cidade de União.A dupla invadiu o local e rendeu o vigilante, funcionários e clientes.
Na ação, os dois assaltantes entraram e ficaram na fila esperando o atendimento. Após isso, eles fecharam o estabelecimento e anunciaram o assalto
  Os funcionários da agência foram rendidos e obrigados a mostrarem onde o dinheiro estava guardado. Foi levado todo o dinheiro do estabelecimento, além de pertences dos clientes, um colete do vigilante e a arma.

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